sexta-feira, 9 de dezembro de 2011

Amanhã é dia para ir à Taberna das Almas - Regueirão dos Anjos...e será por causa disto:

http://p3.publico.pt/cultura/mp3/1614/musica-portuguesa-ja-gosta-dela-propria-ha-quase-um-ano

quarta-feira, 7 de dezembro de 2011

Próximos concertos...deambulações incorrigíveis

O Monstro de Gila anuncia os próximos concertos de Joana Guerra:

no dia 9 de Dezembro, às 22h, acontecerá no Centro Intercultura Cidade (Travessa do Convento de Jesus, nº16, perto do Parlamento).

E no dia 16 de Dezembro, às 18h30, no Espaço Work In Progress/Chiado.

No mês de Dezembro o Espaço APAV & Cultura muda-se temporariamente para o Chiado. A APAV vai apresentar no próximo dia 16 de Dezembro, pelas 18h30, um concerto com Joana Guerra (voz e violoncelo). Este concerto, com início marcado para as 18h30, terá lugar no espaço “Work In Progress”, sito na Rua Garrett nº 60, ao Chiado, em Lisboa, e tem entrada livre.

Apareçam!

segunda-feira, 5 de dezembro de 2011

“…gente a deambular pela avenida com correcção…”


A propósito do Festival Vodafone MexeFest, realizado nos passados dias 2 e 3 de Dezembro, em Lisboa (Av. Da Liberdade e espaços circundantes), acho pertinente traçar uma ponte de reflexão com o artigo “Música, Cidade, Etnicidade: explorações a partir de cenas musicais em Lisboa”, escrito por Jorge de la Barre, com publicação no sítio da Buala – Cultura Contemporânea Africana. Neste ensaio, o autor discorre sobre o papel das empresas privadas na ocupação do espaço público, enquanto supostos agitadores e animadores culturais.

“A ocupação de espaço, já não pelas barricadas voltadas contra a ordem estabelecida, mas sim pela própria ordem estabelecida que se imagina organizadora de uma outra revolução cultural, por meio das tecnologias mais avançadas: eminentemente política, essa ocupação do espaço é também sinal da transferência do controle do poder do Estado para as empresas privadas. Privatização do controle enquanto garante da ilusão de segurança.”

Ora, o ensaio é escrito, tendo como ponto de partida, a problematização do não-lugar e sua subsequente ocupação por “propaganda” publicitária, através de um exemplo concreto que é o grande painel da Optimus colocado na Av. da índia (que, de momento, não me recordo se ainda lá estará).

Retomando a citação acima e sem mais alongas, vou ainda buscar outra citação, de um outro autor/jornalista/crítico, no jornal Público que, na sua análise crítica do Festival Vodafone MexeFest, diz assim: “No resto, foi uma noite daquelas, com bons concertos, gente a deambular pela avenida com correcção, um ambiente global de festa lúdica como é raro encontrar em Portugal e descoberta de novos espaços da cidade”. Bem, embiquei no “gente a deambular pela avenida com correcção”. Estará isto relacionado com o tal “garante da ilusão de segurança”?! Paranóia minha ou o que quer que seja…é sempre curioso.